23.11.11

"Mulheres gostam de pornografia e a fé já não é motivo de recato" - Notícia no P3 - Jornal Público

Jornal Público – P3
Que as mulheres gostam de pornografia, nós já sabemos. Mas o SexLab garante que já vai no terceiro estudo-piloto em que são elas a dominar as médias de excitação quando vêem filmes porno.

“Os homens têm tido respostas sexuais muito abaixo do que é habitual quando estão a ver filme pornográficos. As médias de excitação são próximas do cinco (numa escala de dez), abaixo da média dos estudos de outros países europeus. Já as mulheres tiveram médias próximas ou superiores às médias europeias”, afirma Pedro Nobre, coordenador doSexLab, um laboratório de investigação em sexualidade.

Este estudo-piloto está actualmente a ser levado a cabo pelo laboratório da Universidade de Aveiro, com mulheres e homens de várias idades, de modo a que sejam escolhidos os filmes com melhor resposta sexual entre ambos os sexos, para serem utilizados no próximo estudo sobre disfunção eréctil.

Fé e satisfação sexual na mesma frase
Mas há mais. Um maior grau de fé e religiosidade entre as mulheres não tem necessariamente que significar constrangimento sexual ou uma satisfação menor.

O SexLab decidiu avaliar, individualmente, a religiosidade e as crenças religiosas – como o conservadorismo sexual. Esta crença avalia essencialmente a importância da fidelidade, do sexo pós-casamento, a ideia de que não deve ser a mulher a iniciar a actividade sexual e a passividade sexual feminina.

O resultado foi claro. “Os estudos mostraram que o facto de a pessoa ser mais ou menos religiosa nada tem a ver com terem maior ou menor satisfação e desempenho sexual."

"O que está associado a maiores dificuldades e menor satisfação é o conservadorismo sexual”, afirma Pedro Nobre. E os conceitos não devem podem ser confundidos, até porque as mulheres mais religiosas não são aquelas com maior conservadorismo sexual.

Este estudo desenvolvido com mulheres de várias idades, no SexLab, veio, mais uma vez, mostrar que “é uma generalização abusiva dizer que em Portugal ainda há muitos tabus”. Se assim fosse, “não haveria laboratório nem voluntários”, reitera Pedro Nobre (ver link).

13.8.11

Trabalho do SexLab em foco no Notícias Magazine

Investigadora da UA defende que portuguesas têm boa auto-estima sexual

Sandra Vilarinho, psicóloga clínica e investigadora do SexLab, foi entrevistada no Notícias Magazine do passado fim-de-semana. Falou das conclusões da sua tese de doutoramento e da investigação desenvolvida e a desenvolver no SexLab, laboratório que estuda sexualidade humana instalado na Universidade de Aveiro.
 

Sandra Vilarinho, psicóloga clínica e investigadora do SexLab, foi entrevistada no Notícias Magazine do passado fim-de-semana. Actualmente a desenvolver um pós-doutoramento na Universidade de Aveiro, Sandra Vilarinho fala da actividade deste laboratório onde trabalha e dos resultados de alguns estudos, com destaque para a tese de doutoramento que defendeu recentemente, com orientação dos Professores Pedro Nobre e Pinto Gouveia, onde conclui que a maioria das portuguesas inquiridas tem uma vida sexual satisfatória ou muito satisfatória.

O SexLab foi a primeira unidade de investigação em sexualidade humana criada em Portugal, a partir do Grupo de Investigação em Sexologia do Centro de Investigação do Núcleo de Estudos e Intervenção Cognitivo-Comportamental (CINEICC) da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em parceria com o PsyLab, da Universidade de Aveiro.

A tese de doutoramento da investigadora da UA incidiu sobre o funcionamento e a satisfação sexual feminina: qual a importância do afecto, das variáveis cognitivas e relacionais, aspectos biológicos e de contexto.

Noutro estudo realizado no SexLab, em que a investigadora foi uma das participantes sob orientação do Prof. Pedro Nobre e com colaboração do Prof. Erick Janssen, consultor do Instituto Kinsey, nos EUA, verificou-se que, de modo geral, as mulheres apresentaram níveis mais elevados de excitação sexual subjectiva (não física ou genital) do que os homens. Este estudos envolveu 28 mulheres e 29 homens heterossexuais, entre os 18 e os 50 anos. O SexLab realizará, em breve, outros estudos para os quais precisará de voluntários. Os resultados serão apresentados na página Web do SexLab.

Fonte: Jornal Online da UA

24.5.10

Finalização da Recolha de Participantes

Informamos que terminou a recolha de voluntários para o estudo "Saúde Sexual da Mulher e do Homem: Contributos para um Modelo de Compreeensão Biopsicossocial".

A Equipa do Sexlab agradece a colaboração de todos os voluntários e contactos que recebemos ao longo desto processo. 



19.1.10

10 º Congresso da Federação Europeia de Sexologia



    De 9 a 13 de Maio de 2010, irá realizar-se no Porto o 10º Congresso da Federação Europeia de Sexologia: "Sexologia, Passado, Presente e Futuro: Celebrando um Século da Ciência Multidisciplinar da Sexualidade".
   Esta iniciativa surge na comemoração do 25º aniversário da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (www.spsc.pt), presidida pelo Prof. Doutor Pedro Nobre. 

    Para mais informações vá a www.efs2010.com. Participe!

2.9.09

Saúde Sexual da Mulher e do Homem - 2ª Fase do Projecto


O SexLab é uma unidade de investigação em Sexualidade Humana da Universidade de Aveiro, que integra também uma rede internacional de Laboratórios de Sexologia (“SEXLAB”).
Neste momento, o SexLab tem em curso o Estudo Experimental Saúde Sexual da Mulher e do Homem: Contributos para um Modelo de Compreensão Biopsicossocial”.
 
Este estudo tem como principal objectivo investigar o papel das variáveis psicológicas, relacionais, biológicas e contextuais que possam actuar como potenciais factores de protecção/vulnerabilidade da saúde sexual do homem e da mulher.
Os participantes requeridos para este estudo são mulheres e homens com idades compreendidas entre os 18 e os 50 anos, casados/as e/ou a viver com o/a companheiro/a há pelo menos 6 meses. 
 


Para mais informações contacte-nos para o 234 370 644 / 93 447 90 10, ou se preferir, envie email para: sexlab@dce.ua.pt.